Post para alguém

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É difícil escrever para alguém. É uma das maiores dificuldades que tenho, por sinal. Tenho sentimentos entalados na garganta, prontos para serem ditos, mas me falta coragem para libertá-los ao ar ou em uma folha de papel. Bem, no caso, numa página em um blog.

Esse amigo(a) é uma pessoa especial. Até hoje não entendo como uma pessoa, um ser vivo, “apenas mais um”, pôde abrir meu coração e meus olhos para tantas coisas maravilhosas. Me deu coragem, ajudou a melhorar até meu pensamento crítico sobre certas coisas, me mostrou que amor entre amigos pode ser mais que incondicional e que eu posso e devo acreditar em sonhos. Essa pessoa me faz desejar o melhor pra ela antes que haja o melhor pra mim, sempre, e o orgulho me atinge assim que a vejo alcançar uma meta previamente estabelecida.

Tudo o que faço para demonstrar meu carinho e amor por você é pouco. Nunca chegará perto do que sinto, é fato. Demonstrar gratidão então… Pode esquecer, isso eu nunca vou conseguir, por mais que eu me esforce ao máximo. E eu juro que me esforço a cada dia, pode acreditar. Faço isso te admirando, te ouvindo, rindo com você, sentindo sua falta, me sentindo a vontade ao estar do seu lado (e isso não envolve, necessariamente, proximidade física), desejando te abraçar a cada segundo, milésimo de segundo e assim por diante.

Infelizmente não consigo expressar meu sentimento de amizade com coisas grandes. Não posso comprar a reciprocidade com qualquer presente e também não quero fazer isso. Posso te oferecer apenas essas “pequenices”, algo simples como um longo abraço (físico ou não) e coisas que muitos poderiam julgar como infantil ou sem valor.

Para você, no entanto, eu sei que tem certo valor. Talvez não em tamanha proporção como para mim, mas eu não me sinto magoada ou vejo diferença nisso, porque amo você e sua amizade e não desejo muito em troca. Eu poderia dizer que não quero nada em troca (e não seria mentira), mas posso dizer que já recebi algo em retorno: recebi um pedacinho seu, que guardo com todo o carinho dentro do meu coração.

Esse, como dito, foi um texto sincero e é para uma pessoa que existe mesmo. Vale dizer que pode não ser para APENAS uma. Se você leu, quero apenas agradecer por ainda estar ao meu lado. Você é um amigo incrível. Obrigada por ser parte de mim.

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(Resenha) Picta Mundi

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Autora: Gleice Couto

Editora: publicação independente

Páginas: 283

Lançamento: 2014

ISBN: 9788591805501

Sinopse: A vida da jovem Letícia virou de cabeça pra baixo após a morte de Raul, seu pai. Até mesmo o colégio onde estuda, o renomado Dippel – um reduto de jovens prodígios, perdeu a pouca graça que tinha. Mas as coisas começam a mudar quando descobre que o desaparecimento de Felipe, o aluno mais promissor do colégio, e a morte de Raul poderiam estar interligados. Daniel, irmão de Felipe, afirma que Raul pode estar vivo, mas, assim como seu irmão, preso em um mundo paralelo dentro de quadros, Picta Mundi. Ao que tudo indica, porém, Raul desaparecera ao procurar os objetos mágicos que os libertariam daquele universo. Agora, somente Letícia pode ajudá-los. Para isso, terá que entrar em Picta Mundi e, junto com Felipe, procurar por seu pai e reunir os itens mágicos. A tarefa não será nada fácil. Em meio a várias aventuras em quadros que retratam momentos da história do Brasil, como os bailes de máscara do início do século XX ou uma aldeia de índios tupinambás no século XVI, eles terão seus conhecimentos e coragem testados em enigmas, passagens secretas, e confrontos com seres perigosos, liderados pelo maligno Donato, que também está atrás dos itens mágicos, mas com o objetivo de usá-los para o mal: dominar Picta Mundi.

Picta Mundi é uma história que me deixou bastante nostálgica. Isso aconteceu porque o livro me lembrou dos livros que eu lia quando era mais nova, quando tinha meus oito anos. Sabe aqueles livros de mistério, tipo aqueles da coleção Vagalume? Então, PM segue esse estilo, mas voltado para um público um pouquinho mais velho.

Esse é o livro de estreia da nossa tia Gleice e eu devo dizer que nem parece um livro de estreia, no fim das contas. Isso porque ele é muito bem escrito, com enredo muito bem amarradinho. É isso que eu noto quando leio um primeiro livro de um autor e a Gleice não deixou nem um pouquinho a desejar nesse aspecto.

Acho que o que mais tenho a elogiar são os personagens. A Letícia, o Felipe, o Raul, o Donato… Todos os personagens são muito bem caracterizados, sem ter exagero na descrição deles. Nós acabamos por conhecê-los por suas atitudes, modo de falar e tudo isso. Mais um ponto positivo pro livro!

A trama não é nada complicada. Por ser um livro voltado ao público infanto-juvenil, é bem fácil de ser lido, com narrativa bem fluida. As ações acontecem nos momentos certos e os enigmas são incrivelmente bem pensados. Quem gosta de resolver mistérios e desafios vai gostar muito da história!

Eu realmente não tenho o que reclamar da história. É um ótimo livro de estreia e inclusive um bom presente de Natal para um jovem leitor :). Fica a dica!

(Resenha) O cão que guarda as estrelas, Takashi Murakami

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Autor: Takashi Murakami

Editora: JBC

Páginas: 124

Lançamento: 2008

ISBN: 9788577879045

Sinopse: Acompanhe a emocionante aventura de um homem que, sem emprego, abandonado pela esposa e diagnosticado com uma grave doença, parte – acompanhado somente de seu cachorro – em uma viagem pela costa em direção ao interior do Japão e de um lugar que ambos passam chamar de “lar”. Escrito por Takashi Murakami e publicado originalmente em 2008, “O cão que guarda as estrelas” é um romance único, numa narrativa simples e profunda que revela traços de uma grande amizade, companheirismo e solidão.

Eu já estava querendo ler mangás há algum tempo, mas sempre tive dificuldade em achar alguma história que me interessasse de verdade. Foi aí que o Thiago (beijo, Thi!) me deu esse de presente. Nem preciso falar que, logo que vi a capa, morri de amores, né? Eu já vi alguns amigos meus se interessando por esse mangá, mas nunca dei muita bola, pensando que “ia ser mais um do qual eu não ia gostar”.

Mordi a língua, claro. “O cão que guarda as estrelas” é um volume único (ponto positivo, para mim) e eu li em meia hora. Não posso dizer que a história é leve no sentido de bem humorada e coisas assim, mas é muito fácil de ser lido, mesmo trazendo um tema bastante profundo. Ele fala sobre aproveitar a vida e que isso não implica, necessariamente, possuir muitas coisas. Aproveitar depende dos sentimentos que vêm do coração da pessoa. E isso é incrível!

Quanto à arte do mangá: linda! Os traços são limpos e os “closes” do Happy (esse cachorrinho fofo da capa) são a coisa mais linda. Sério, às vezes eu me emocionava com uma parte que nem tinha dialogo, e sim uma imagem do cãozinho.

O mangá, quase todo, narra a história de Happy com o seu dono. O Happy não fala, mas os pensamentos dele estão presentes o tempo todo. O dono parece falar sozinho, mas com o tempo eles começam a se entender. É difícil de explicar, mas imagine que o dono começa a “ler os pensamentos” do animalzinho. É quase isso, mas na verdade a convivência dos dois torna essa ligação possível.

O crescimento dos personagens é muito bem construído. Não quero falar muito sobre isso porque seria um spoiler, eu acho. Mas vale dizer que o autor se atentou a cada detalhe para fazer uma obra de tal magnitude.

Como leiga em mangás que sou, acho que estou começando a formar uma identidade para começar a ler esse tipo de história em quadrinhos. Eu adorei “O cão que guarda as estrelas”, sem mais. Thi, eu sei que sua vontade era me fazer gostar de mangás… Você cumpriu muito bem a sua missão, viu? 🙂

O mundo precisa saber dessa loja (Hot Topic)

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E aí, gente! Eu acabei de descobrir uma loja de acessórios e roupas nerds que eu simplesmente PRECISAVA compartilhar com vocês. O nome, como vocês puderam ler no título do post, é Hot Topic. É uma loja gringa, mas o legal é que eles enviam os produtos para o mundo todo! Eu estava aqui vendo alguns produtos e estou emocionada, devo dizer HAHAHA. Esse post é mais pra mostrar algumas coisas legais da loja e deixar vocês babando um pouquinho como eu.

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Fala sério, é tanta coisa legal que eu nem sei por onde começo e por onde termino a mostrar. HAHAHA. Se interessou? Procura mais alguma coisa lá no site!

Só pra deixar claro, não estou ganhando nada da loja por isso. Eu só descobri ela por acaso e decidi compartilhar com vocês!

Big beijo ❤

(Resenha) Dragões de Éter #3, Círculos de chuva

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Autor: Raphael Draccon

Editora: Leya

Páginas: 534

Lançamento: 2010

ISBN: 9788562936340

Sinopse: Nova Éter é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltam contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Hoje, Arzallum, o Maior dos Reinos, tem um novo Rei e vive a esperada Era Nova. Coisas estranhas, entretanto, nunca param de acontecer… Dois irmãos sobreviventes a uma ligação com antigos laços de magia negra descobrem que laços dessa natureza não se rompem tão facilmente e cobram partes da alma COMOpreço.

Uma sociedade secreta renascida com um exército de órfãos resolve seguir em frente em um plano com tudo para dar errado em BUSCA do maior tesouro já enterrado, sem saber o quanto isso pode mudar a humanidade. O último príncipe de Arzallum viaja para um casamento forçado em uma terra que ele nem mesmo sabe se é possível existir, disposto a realizar um feito que ele não sabe se é possível realizar. Uma adolescente desperta em iniciações espirituais descobre-se uma mediadora com forças além do imaginário. E um menino de cinco anos escala uma maldita árvore que o leva aos Reinos Superiores, ferindo tratados políticos, e dando início à Primeira Guerra Mundial de Nova Éter.

 

Finalmente consegui terminar a série DDE. Devo dizer que foi uma experiência incrível, que me deu uma vontade boa de ler fantasia de novo.

O último livro da série é, obviamente, decisivo. Algo muito grande está prestes a acontecer em Nova Ether, algo que envolverá o universo todo do livro. Lendo Círculos de Chuva, você vai se deparar com muito mais ação do que nos outros dois livros. Isso significa, também, que não achei nenhuma quote muito significativa para colocar meu post-it. Os outros livros são um pouco mais reflexivos, enquanto esse tem muito mais acontecimentos.

Devo dizer, no entanto, que esse foi o livro que menos gostei da série. Não sei uma nota baixa para ele no skoob, mas o meu preferido ainda é o Corações de Neve. O que eu não gostei no #3 livro foi a descrição das batalhas. Eu me perdi em vários pontos da história, tive que voltar para ler em algumas partes para entender o que estava acontecendo e mesmo assim não entendi. O autor, infelizmente, acabou se estendendo demais nessa parte. Alguns capítulos ficaram gigantes, tanto que eu até pulei alguns deles e isso não comprometeu a leitura, de modo que acabei dando algumas passagens como desnecessárias para a trama.

Outra coisa que não gostei foi o desfecho da história. O destino de vários personagens me deixou desanimada. Não foi um final clichê, então algumas pessoas podem amar o jeito como a história acabou. Mas vocês me conhecem, né? Não resisto a um clichê, de vez em quando!

***SPOILER***

O que realmente salvou o livro para mim, um fato que gostei bastante, foi a presença do personagem Petter Pendragon – vulgo Peter Pan. Achei genial a construção do personagem e, como amo o clássico de J. M. Barrie, acabei me apaixonando também pela versão do Draccon. Não pretendo contar tudo o que o personagem passa aqui, mas devo dizer que adorei do fundo do meu coração. As partes do Petter eram as que eu mais gostava de ler!

***FIM DO SPOILER***

Então essa é a minha impressão sobre o livro. Mesmo não tendo gostado tanto do final, eu adorei essa série. Como já comentei em algum lugar, é uma série perfeita para quem gosta de fantasia, aventura e Disney (mesmo que o autor tenha modificado muito a história dos personagens, a ponto de não serem nem um pouco parecidos com a Disney. Faz sentido?).

Espero que vocês leiam Dragões de Éter tanto quanto eu! ❤

(Etc.) 3 filmes inspiradores

Eu amo filmes baseados em eventos reais, ainda mais quando isso envolve, de alguma forma, a literatura. Sempre busco me inspirar em histórias que, de fato, já aconteceram. Convenhamos: sempre é bom ver que aquilo que você deseja pode se tornar realidade. Aqui vou deixar quatro filmes que me inspiraram e que me fazem acreditar em meus sonhos! ❤

1. Escritores da liberdade

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Hillary Swank atua nesse filme como a professora Erin. Nova entre os professores, ela começa a dar aula para um grupo de alunos “barra pesada” de uma escola em Los Angeles. Os adolescentes vivem em clima de guerra entre etnias em plenos anos 90, as quais lutam por espaço na sociedade.

Erin não é muito bem acolhida pelos alunos, como já é de se esperar. Eles são até ariscos, de tanto viverem às margens da sociedade, lutando pela vida. Vendo a situação triste em que os jovens viviam, se sente comovida e propõe um novo jeito de ensiná-los: eles devem escrever suas frustrações em um diário. A partir daí, todos os alunos começam a descontar suas más vivências nesse mundo caótico em uma folha de papel.

É incrível ver nesse filmes como a literatura, passada de uma forma simples para uma pessoa, pode mudar uma vida. Além do diário, Erin mostra para os alunos livros que refletem a imagem de tudo o que eles passam. Imagino que, um dia, a educação no mundo siga esse método. É um filme muito emocionante que se tornou um dos meus favoritos.

2. Magia além das palavras

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Sim, essa é a biografia não autorizada da J. K. Rowling! O quão demais é isso?

Fiquei sabendo desse filme há mais ou menos dois anos atrás. No dia 25 de dezembro, ele ia passar em algum canal da SKY (não lembro qual, haha). Deixei minha família de lado por um tempinho e fui assistir, como a boa Potterhead que sou.

Eu já sabia da história da J. K. – bom, ao menos uma parte -, mas nunca consegui enxergá-la como uma pessoa normal, entende? Pra mim, ela teve sucesso e pronto. Mas esse filme mostra justamente os altos e baixos na vida da autora, que sofreu um bocado antes de ter Harry Potter publicado. Como é uma biografia, prefiro não contar muito da história. É simplesmente um filme que vale a pena ser visto sem saber muita coisa.

E é um fato: toda vez que me sinto impotente perto de algo que quero realizar, eu assisto ou lembro desse filme. Se até a J. K. sofreu para conseguir o que queria, quem sou eu na fila do pão? 🙂

Quem interpreta a J. K. adulta é a atriz Poppy Montgomery (interpreta muito bem, por sinal).

3. Em busca da Terra do Nunca

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Dessa vez, é a biografia de J. M. Barrie, dramaturgo que escreveu a peça Peter Pan. Sim, originalmente Peter Pan é uma peça de teatro que foi adaptada para um livro. Vale dizer que essa história é, com certeza, uma das minhas preferidas. Quando descobri que tinha um filme sobre o autor, estrelando Johnny Depp e Kate Winslet, tive que correr para assistir!

Como já é de se imaginar, Barrie passou por uma fase muito ruim como dramaturgo. Enfrentando uma crise, ele conhece a família Davies, que também está passando por dificuldades. Sylvia, mãe de quatro meninos muito especiais, é viúva e tem que cuidar dos pequenos com problemas financeiros. Barrie apaixona-se pelas crianças e sente que seu dever é ajudá-los, divertindo-os. Dessas várias aventuras, ele acaba tendo a ideia de escrever Peter Pan.

É um filme muito emocionante, que me deixou triste e feliz ao mesmo tempo. Minha cara de besta por conhecer a história do autor era impagável. Sempre fui apaixonada por Peter Pan e ver como a ideia surgiu é absurdamente incrível! Fora que Peter Pan sempre é sinônimo de nostalgia, ao mesmo tempo que me lembra a cada dia que não devo deixar minha criança interior morrer…

Essas foram as indicações! Vocês tem mais filmes nesse estilo para me indicar? 🙂

(Resenha) Entre o agora e o sempre

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Autora: J. A. Redmerski

Editora: Objetiva

Páginas: 304

Lançamento: 2014

ISBN: 9788581052151

Sinopse: Camryn Bennett e Andrew Parrish nunca foram tão felizes. Cinco meses depois de se conhecerem num ônibus interestadual, os dois estão noivos e prestes a ter um bebê. Nervosa, mas empolgada, Camryn mal pode esperar para viver o resto de sua vida com Andrew, o homem que ela sabe que vai amá-la para sempre. O futuro só lhes reserva felicidade… até que uma tragédia os surpreende. Andrew não consegue entender como algo tão terrivelmente triste pôde acontecer. Ele tenta superar o trauma – e acredita que Camryn esteja fazendo o mesmo. Mas, quando descobre que Camryn busca sufocar uma dor imensa de uma forma perigosa, fará de tudo para salvá-la. Determinado a provar que o amor dos dois é indestrutível, Andrew decide levar Camryn numa nova jornada carregada de esperança e paixão. O mais difícil será convencê-la a ir junto… Com entre o agora e o sempre, a aguardada continuação de Entre o agora e o nunca, J. A. Redmerski concluiu a história de amor que encantou milhares de leitores. 

Já que eu amei o primeiro livro dessa duologia (Entre o agora e o nunca), tive que ler o segundo, mesmo com tanta gente falando que Entre o agora e o sempre não seguia o ritmo de leitura do primeiro.

Eu explico porquê todo mundo diz isso: porque o segundo livro se torna um pouco mais sério e maduro do que o primeiro. Terminada a “road trip”, Camryn e Andrew estão fadados a se fixar em algum lugar do mapa, ainda mais porque está grávida! No começo é tudo só alegria e pouca preocupação, mas as coisas começam a ficar sérias.

É incrível o crescimento do Andrew nesse livro. Ele não é mais o bad boy irresponsável, apesar de sempre ter isso na veia e não negar essa sua origem. Mas ele acaba se preocupando mais com Camryn. Isso causa certo estranhamento, já que no primeiro livro ele era super bad ass. Por um lado achei isso bom, por outro ruim. Ora, é só pensar um pouco: na realidade, qualquer cara que está prestes a ser pai tem que se tornar um pouco mais responsável, né? Ele se preocupa com a saúde da Cam e do bebê, isso só mostra que além de tudo, ele é humano. Mas sim, tem a parte ruim que nos deixa com saudade da autenticidade dele e daquele ar de “dane-se o mundo”.

Enfim, essa foi a única parte chatinha pra mim. Ao longo da história, é possível notar que o amor ainda prevalece entre o casal, não importa qual é a circunstância envolvida. E isso é lindo! ❤ Dei uma nota um tantinho menor no skoob, mas isso só aconteceu porque esse livro realmente não me deu aquela sensação de que eu precisava ler tudo desesperadamente. O casal está mais tranquilo, assim como a leitura.

Mas não se assuste com isso! Ainda é possível achar aquela raiz de rebeldia, presente em muitas partes do livro. Se você, como eu, amou o primeiro livro, certamente vai gostar do segundo! Não deixa de ler, não, tá?