O tempo (Mario Quintana)

Até hoje me lembro da minha formatura da oitava série. O discurso foi feito pela nossa célebre professora de português Sueli Bernardes – ô saudade! Não consigo lembrar exatamente de todas as palavras usadas por ela, mas lembro que ela declamou um poema maravilhoso de Mario Quintana. Ela não podia ter escolhido melhor.

 

Todo fim de ano eu lembro disso, porque realmente o tempo voa. Quando se vê, já é Natal.  De que nos serve o tempo? Não sei, talvez Quintana te responda. Me emociono ao ouvir sua voz, pois lembro dos olhos lacrimejantes da minha professora ao perceber que aquela seria a última formatura dela na nossa escola. Tudo se encaixou tão perfeitamente que, até hoje, não consigo gostar mais de um poema como gosto desse. Ele me inspira. Eu tento fazer textos sobre o tempo, mas nada é tão completo, nada chega a superar; aliás, quem me dera chegar aos pés.

O ano está acabando e o Natal chegou (é hoje!). Te desejo boas festas, paz, e um feliz nascimento! Ora, e por que não? Que renasça em seu coração todos os sonhos, a esperança. Faça tudo o que te faz feliz e deixe para lá a casaca dourada e inútil das horas.

Com todo o amor,

Mariana

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