(Resenha) O cão que guarda as estrelas, Takashi Murakami

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Autor: Takashi Murakami

Editora: JBC

Páginas: 124

Lançamento: 2008

ISBN: 9788577879045

Sinopse: Acompanhe a emocionante aventura de um homem que, sem emprego, abandonado pela esposa e diagnosticado com uma grave doença, parte – acompanhado somente de seu cachorro – em uma viagem pela costa em direção ao interior do Japão e de um lugar que ambos passam chamar de “lar”. Escrito por Takashi Murakami e publicado originalmente em 2008, “O cão que guarda as estrelas” é um romance único, numa narrativa simples e profunda que revela traços de uma grande amizade, companheirismo e solidão.

Eu já estava querendo ler mangás há algum tempo, mas sempre tive dificuldade em achar alguma história que me interessasse de verdade. Foi aí que o Thiago (beijo, Thi!) me deu esse de presente. Nem preciso falar que, logo que vi a capa, morri de amores, né? Eu já vi alguns amigos meus se interessando por esse mangá, mas nunca dei muita bola, pensando que “ia ser mais um do qual eu não ia gostar”.

Mordi a língua, claro. “O cão que guarda as estrelas” é um volume único (ponto positivo, para mim) e eu li em meia hora. Não posso dizer que a história é leve no sentido de bem humorada e coisas assim, mas é muito fácil de ser lido, mesmo trazendo um tema bastante profundo. Ele fala sobre aproveitar a vida e que isso não implica, necessariamente, possuir muitas coisas. Aproveitar depende dos sentimentos que vêm do coração da pessoa. E isso é incrível!

Quanto à arte do mangá: linda! Os traços são limpos e os “closes” do Happy (esse cachorrinho fofo da capa) são a coisa mais linda. Sério, às vezes eu me emocionava com uma parte que nem tinha dialogo, e sim uma imagem do cãozinho.

O mangá, quase todo, narra a história de Happy com o seu dono. O Happy não fala, mas os pensamentos dele estão presentes o tempo todo. O dono parece falar sozinho, mas com o tempo eles começam a se entender. É difícil de explicar, mas imagine que o dono começa a “ler os pensamentos” do animalzinho. É quase isso, mas na verdade a convivência dos dois torna essa ligação possível.

O crescimento dos personagens é muito bem construído. Não quero falar muito sobre isso porque seria um spoiler, eu acho. Mas vale dizer que o autor se atentou a cada detalhe para fazer uma obra de tal magnitude.

Como leiga em mangás que sou, acho que estou começando a formar uma identidade para começar a ler esse tipo de história em quadrinhos. Eu adorei “O cão que guarda as estrelas”, sem mais. Thi, eu sei que sua vontade era me fazer gostar de mangás… Você cumpriu muito bem a sua missão, viu? 🙂

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