Voltei com novidades!

Eis que voltei, depois de muito tempo na surdina. Vou logo desembuchar e contar pra vocês o motivo do meu sumiço (que não tem nada a ver com o tal chá que todo mundo sempre fala).

Eu percebo há um bom tempo que, para falar de livros, me sinto mais a vontade no meu canal. Lá tenho mais contato com todo mundo. Digamos que é de lá que vem meu “público”. Acho muito difícil se sobressair usando um blog literário, ainda mais para quem começou tarde como eu.

Eu sou colunista do blog Papo de Estante. Sem querer, acabei dando mais prioridade pra ele com as resenhas e meio que abandonei as daqui. Por um tempo, até pensei em desativar o Primeiros Espaços. Mas é aí que vem o X da questão: como eu poderia parar de escrever, que sempre foi a minha paixão? O nome do blog e do canal perderiam o sentido, se eu desativasse.

Pensando bem, decidi deixar o blog para pensamentos avulsos, sem me comprometer em sempre postar uma resenha ou com regularidade de postagem. De vez em quando sinto necessidade de fazer indicações de livros, canais e outras coisas, assim como de falar o que me vem à mente. Por isso o Primeiros Espaços não morreu, e sim ganhou uma roupagem nova (falando nisso, quero mudar o layout por aqui. Vamos ver se consigo!).

Era só isso o que eu tinha para dizer. Espero que compreendam e que me acompanhem por aqui também! ❤

Bienal do livro: realização de um sonho

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Eu já tinha ido à Bienal do Livro de São Paulo algumas vezes. Esse ano, foi a primeira vez que fui como blogueira/vlogueira. Desde o comecinho do ano, vejo gente organizando essa viagem, gente do país inteiro, que são muito amigos e queridos. Eu não tinha certeza se ia, deu muito rolo até, enfim, eu ter certeza absoluta que iria no dia 24/08.

A ansiedade rolou solta entre todos nós. Eu passei a semana passada inteira tendo mini ataques, pensando em abraçar todos esses amigos FOFOS e que eu aprendi a amar de todo o coração. Eu mal podia esperar.

Então chegou o dia. Madruguei de verdade, super animada, ao som de Happy, porque era digno, né? Confesso que eu estava com um pouquinho de medo. Sabe quando tudo parece bom demais pra ser real? Eu temia não encontrar todos, temia que eles não gostassem de mim, temia realmente acordar de um sonho. Era exatamente assim que eu me sentia: sonhando acordada.

O caminho até SP parecia não ter fim. Fui até lá com o coração a mil, descontando a ansiedade no namorado, que teve que aguentar cada pequeno chilique (aliás, brigada mô <3). E foi chegando pertinho do Anhembi, minha garganta fechou, lágrimas vieram. Meus amigos estariam ali!

Depois de muuuita fila, entrei na Bienal. Devagar fui começando acreditar que aquilo era real.

Até que, enfim, encontrei todos eles: meus amigos tão lindos, talentosos e que têm os melhores abraços e sorrisos do mundo! Minha felicidade não cabia em mim. Era realmente a realização de um sonho que eu trazia comigo desde o primeiro momento que conversei com eles pela internet. Nos abraçamos como se não houvesse amanhã, não havia ninguém com cara amarrada. Era um dia feliz para todos. Livros? O de menos naquele dia. Defino a nossa ida a Bienal como amizade. As duas únicas partes tristes eram que algumas pessoas não puderam comparecer e… bem, alguma hora todo mundo ia se despedir.

Depois do nosso encontro de vlogueiros promovido pela Editora Leya, chegou a hora de ir embora. E a coragem de falar tchau? Eu nem conseguia olhar na cara de ninguém. Dei um último abraço e saí quase e fininho pra ninguém ver que eu já estava a ponto de chorar.

Eu queria ter feito uma homenagem, qualquer coisa, para mostrar a felicidade que eu compartilhei com eles. Mas nenhum texto, por mais bonito que seja, vai chegar aos pés do que eu senti. Posso querer ser uma escritora, mas às vezes o sentimento é tão pleno que foge da minha compreensão. Foi simplesmente insano. Agora tá cada um num canto, se remoendo de saudade, esperando pra ver todo mundo de novo. O mesmo sentimento que antes era felicidade, se tornou tristeza e honra na mesma proporção.

Eu só queria agradecer a TODOS os que me fizeram tão feliz e aos que estão longe, mas que também amo profundamente. Parece estranho para quem nos vê de fora, imaginando que toda amizade é superficial por ter nascido na internet. Aos mesmos, só digo uma coisa: as pessoas especiais não são somente aquelas que estão ao nosso lado o tempo todo, mas também aquelas que fazem pequenos momentos valerem mais do que a pena.

5 livros para presentear meninas

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Essa é a primeira lista que faço no blog (pelo menos, que eu me lembre). Acontece que hoje fui procurar um livro para dar de presente de aniversário a uma amiga e sempre me dá o maior branco na hora de comprar. Conheço vários livros, mas na hora de escolher dá aquele apagão cerebral.

Então surgiu a vontade de fazer essa lista! Vale notar: são opiniões minhas de presentes para meninas que gostam de romancinho, livros fofos… Claro que cada um tem um tipo de livro preferido, mas aqui fiz uma pequena seleção de livros que eu li e que me deram a sensação de “qualquer menina vai gostar de ler”. Pois bem, começando:

1. Anna e o beijo francês – Stephanie PerkinsANA_E_O_BEIJO_FRANCES_1305573045P

Sinopse: Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?

Simplesmente a coisa mais fofinha e divertida. É um livro que traz qualquer apaixonada aos mais longos suspiros. É um livro incrivelmente fácil de ler, cheio de amor e uma coisa que eu gosto bastante é a escola que a Anna estuda em Paris. Eu sempre gostei desse tipo de livro que se passa num “colégio interno”. Enfim, fofo e todas as minhas amigas que leram amaram!

2. Lembra de mim? – Sophie KinsellaLEMBRA_DE_MIM__1242408879P

Sinopse: Lexi desperta em um leito de hospital após um acidente de carro, pensando que está em 2004, que tem 25 anos, uma aparência desleixada e um namoro desastroso. Mas, para sua surpresa, ela descobre que está em 2007, tem 28 anos, é chefe de seu departamento e sua aparência está impecável. E ainda é casada com um lindo milionário! Ela não pode acreditar na sorte que teve. Mas conforme ela descobre mais sobre a nova Lexi, nota problemas graves em sua vida perfeita. E, para completar, uma revelação bombástica pode ser sua única esperança de recuperar a memória.

Indico esse livro porque foi o primeiro chick-lit (literatura de “menininha”) que eu gostei de verdade. Aliás, ainda estou lendo. A autora não me decepcionou nem um pouco e é realmente muito engraçada como todo mundo diz! Por mais que o livro seja grandinho, qualquer menina que gosta de histórias bem humoradas vai adorar e ler rapidinho! Não é um livro para meninas muito novas, ok? É uma história que já entra no universo adulto.

Em breve vai ter resenha desse livro aqui no blog!

3. Perdida – Carina Rissi

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Sinopse: Sofia vive em uma metrópole, está habituada com a modernidade e as facilidades que isto lhe proporciona. Ela é independente e tem pavor a menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são os que os livros lhe proporcionam. Mas tudo isso muda depois que ela se vê em uma complicada condição. Após comprar um novo aparelho celular, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século XIX, sem ter ideia de como ou se voltará. Ela é acolhida pela família Clarke, enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de voltar para casa. Com a ajuda de prestativo Ian, Sofia embarca numa procura as cegas e acaba encontrando algumas pistas que talvez possam leva-la de volta para casa. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos…

Esse é o tipo de livro que dá pra ler em um dia facilmente. A história da Sofia é o sonho de qualquer menina que gosta de romances históricos: voltar no passado e conhecer um gentleman que será o amor da sua vida! Assim como “Lembra de mim?”, não é um livro exatamente para meninas de todas as idades, talvez dos 15 ou 16 para cima. Mesmo assim, é uma ótima pedida para essa faixa etária!

4. Princesa adormecida – Paula Pimenta

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Sinopse: Era uma vez uma princesa… Você já deve ter ouvido essa introdução algumas vezes, nas histórias que amava quando criança. Mas essa princesa sou eu. Quer dizer, é assim que eu fiquei conhecida. Só que minha vida não é nada romântica como são os contos de fada. Muito pelo contrário. Reinos distantes? Linhagem real? Sequestro? Uma bruxa vingativa? Para mim isso tudo só existia nos livros. Meu cotidiano era normal. Tá, quase normal. Vivia com meus (superprotetores) tios, era boa aluna, tinha grandes amigas. Até que de uma hora pra outra, tudo mudou. Imagina acordar um dia e descobrir que o mundo que você achava que era real, nada mais é do que um sonho. E se todas as pessoas que você conheceu na vida simplesmente fossem uma invenção e, ao despertar, percebesse que não sabe onde mora, que nunca viu quem está do seu lado, e, especialmente, que não tem a menor ideia de onde foi parar o amor da sua vida. Se alguma vez passar por isso, saiba que você não é a única. Eu não conheço a sua história, mas a minha é mais ou menos assim…

Esse é o livro para meninas que adoram uma dose boa de contos de fada. A Paula Pimenta fez uma recontagem incrível de A Bela Adormecida e eu amei! (E olha que esse não é meu conto preferido das princesas, hein…). O livro é bem curtinho, então dá pra terminar em poucas horas!

Vai ter resenha desse livro em breve por aqui, também!

5. O diário da princesa – Meg Cabot

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Sinopse: Mia Thermopolis, uma garota nova-iorquina comum, descobre, de repente, ser a herdeira de um reino europeu. Ela vai, então, morar com seu pai, para aprender a agir como a verdadeira nobre que é. Mas sua avó, a velha princesa Genovia, acha que ela tem muito a aprender antes de poder subir ao trono. Um grande romance que chega às telas em uma produção dos estúdios Disney.

Eu li esse livro já faz um bom tempo, mas lembro até hoje de como ele é cativante e muito bem humorado! Sabe aquele filme da Disney baseado nele? Então, o livro é bem mais legal. A Mia não é uma menina patricinha, ao contrário, é bem simples e, de um dia para o outro, descobre que é uma princesa. Esse livro pode ser, inclusive, um gatilho para uma menina começar a gostar dos livros!

E aí, gostaram? Tô pensando em fazer a versão dos meninos, o que vocês acham?

Beijos e até a próxima,

Mari

(TAG) Colorindo a literatura

Sim, você está no lugar certo! Hoje eu decidi responder uma TAG por aqui. Antes de mais nada, quero explicar o motivo: tenho muitas TAGS acumuladas para fazer em vídeos, então decidi transferir algumas delas pro blog. Existem alguns blogueiros que costumam fazer isso, então acho que seria uma boa, até para manter o blog mais movimentado.

Aliás, a TAG original surgiu em um blog de Portugal! É o blog The Mistery’s Garden e você pode conferir a TAG original clicando aqui. Essa TAG pede para escolhermos um livro para cada cor, sendo cada uma delas uma categoria.

Eu vi essa TAG no canal da (fofa) Catarina, o Little House of Books. Vou deixar o vídeo para vocês assistirem:

 

A TAG é composta de duas partes, mas decidi fazer só a primeira. A segunda parte eu achei bem parecida com aquela TAG Arco Íris Literário, então escolhi fazer só a primeira parte porque é mais diferente e não vi ninguém fazendo ela aqui no Brasil.

As perguntas são:

Vermelho – A cor da paixão: Um livro com um romance arrebatador, de tirar o fôlego, e/ou com um romance que você adora.

Liberte meu coração – Mia Thermopolis

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Para ler a sinopse, clique aqui.

Esse foi o primeiro romance adulto que eu li. Não sei se hoje eu teria encontrado a mesma graça, mas há alguns anos eu simplesmente devorei o livro, me apaixonei pelo mocinho e me encantei com o romance. Então esse seria o meu romance arrebatador!

Laranja – A cor quente: Um livro cuja ação se passa no verão ou numa praia, à beira-mar, etc.

Mermaid – Carolyn Turgeon

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Para ler a sinopse, clique aqui.

Esse livro não se passa especificamente no verão, mas sim em uma praia! (Meio óbvio, já que se trata de uma história de sereia). É um livro triste, mas como eu AMO sereias eu não podia deixar de ler. No fim, acabei gostando demais.

Amarelo – A cor mais alegre de todas: Um livro cujos protagonistas ou algumas das personagens secundárias mais importantes são crianças.

Vaclav & Lena – Hayley Tanner

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Para ler a sinopse, clique aqui.

Alguns de vocês devem saber que esse é meu livro queridinho. No começo da história, temos Vaclav e Lena como crianças. Isso acaba tornando o livro muito fofinho e amado por mim.

Verde – A cor da Natureza: Um livro ideal para se ler ao ar livre.

Coração de tinta – Cornelia Funke

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Para ler a sinopse, clique aqui.

Além da história me lembrar muito o verde (por ser um mundo mágico incluindo florestas), eu li parte desse livro num sítio! Toda vez que olho pra ele, eu lembro de verde. Hahaha.

Azul – A cor fria: Um livro cuja ação decorre numa época fria e/ou um livro cujo autor não mede as palavras e que tenha uma escrita crua e capaz de ferir o leitor (responder a uma ou às duas é opcional).

A culpa é das estrelas – John Green

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Para ler a sinopse, clique aqui.

Gente, nem preciso falar nada, né? Livro triste, apesar de ter uma história linda demais.

Roxo – A cor da magia: Um elemento de fantasia característico de um mundo literário que gosta (pode-se escolher outro mundo, como distopia, se nunca tiver lido fantasia).

Dragões de Éter #1 – Raphael Draccon

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Para ler a sinopse, clique aqui.

Eu escolhi esse livro porque o universo dele me encantou muito. É uma trama super envolvente e nada difícil de entender, como em muitos livros de fantasia acontece.

Lilás – A cor da imaginação: Um livro – ou livros – cuja imaginação do autor não revela limites.

Harry Potter – J.K. Rowling

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Nem precisa de sinopse, vai…

Vamos combinar que essa história é uma das mais criativas de todas! A J.K. não teve limites na hora de criar a série Harry Potter. Definitivamente, a imaginação dela é fora de série.

Cor-de-Rosa – A cor mais doce: Um romance leve e divertido.

Faça seu pedido – Mandy Hubbard

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Para ler a sinopse, clique aqui.

Esse é um dos livros mais engraçados que já li. Tem um romance, sim, mas é beeem leve mesmo. É uma leitura de um dia, fácil.

Preto – A cor negra, a ausência de luz: Um livro que aborda um tema pesado ou um livro muito escuro.

Fale – Laurie Halse Anderson

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Para ler a sinopse, clique aqui.

Esse é um livro que trata sobre bullying e outras coisas mais (não posso contar por motivos de spoiler). Apesar de ter um tema pesado, a leitura é bem fácil, além de trazer uma mensagem muito bonita.

 Branco – A cor clara, a presença de luz: Um livro com um final feliz que te agradou ou não.

Fazendo meu filme #4 – Paula Pimenta

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Para ler a sinopse, clique aqui.

Esse é o último livro da série “Fazendo meu filme” e meu preferido da série. Simplesmente porque eu adoro a última “fase” da Fani, então acho que se encaixou bem nessa categoria.

É isso aí, gente! Espero que tenham gostado dessa TAG. Achei legal responder por aqui, é um meio de dar dicas de livros pra vocês também!

Beijos e até a próxima,

Mari

Felicidade de Potterhead

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Se você é um Potterhead, provavelmente fica fuçando em tudo quanto é canto dessa internet para saber mais sobre o nosso querido universo bruxo. Não é de se surpreender que a série mais famosa do mundo ainda carrega/cria milhares e milhares de fãs, e o mais legal disso tudo é que o sentimento que temos por tudo isso nunca morre. E, com a notícia bombástica dessa semana, muitos fãs vibraram.

Estou atrasada na notícia porque fiquei doente esses dias, mas isso não vem ao caso. O que realmente vem ao caso é que a nossa linda J.K. Rowling lançou um pequeno conto de Harry Potter no site Pottermore. Acompanhei a notícia por meio do Twitter, Facebook e Youtube, fiz um apanhado geral de opiniões mais relevantes e vou comentar o que achei de tudo isso!

Bom, só resumindo a ideia do conto: a J.K. resolveu escrever uma pequena história mostrando como os nossos queridos personagens estão atualmente, lá pros seus trinta anos. O conto se passa em um jogo da final da Copa de Quadribol, onde membros da Armada de Dumbledore se reúnem. E tudo isso está em forma de notícia, tendo como repórter ninguém mais, ninguém menos que Rita Skeeter. O blog Sobre Sagas traduziu muito fielmente o conto; para ler mais, basta clicar aqui.

Eu fiquei sabendo disso tudo por alguns usuários Potterheads que sigo no Twitter. Um deles é o Thiego, dono do canal Observatório Potter. Admiro muito o trabalho dele e sempre concordo com a maioria das coisas que ele fala. Eis aqui o vídeo.

 

Há quem diga que a J.K. não deve mexer mais na história. Ela mesma parece não querer escrever mais nenhum livro da série Harry Potter. Eu sou do time que torce para que tenha mais histórias sobre esse universo. Não digo um oitavo livro da série, pois acho que a jornada do Harry acabou quando o problema com as horcruxes e as Relíquias da Morte foi resolvido. Mas sou a favor dos novos contos que forem surgindo.

Assim como o Thiego, acho que deveria haver um livro que reunisse esses contos, ou talvez livretos como esses que as editoras de livros lançam com o primeiro capítulo do livro. Colecionadores ou não, acho que todos os fãs de Harry Potter gostariam de ter isso em mãos. Talvez a autora só publique pela internet porque isso é simplesmente mais “informal”, do tipo que não requer tanto trabalho que envolva editoras etc. Mas que isso encheu todos nós de esperança… ah, isso sim!

Além disso, o que achei do conto? Bom, deu pra matar um pouco a saudade e imaginar os fios brancos surgindo. Mas, poxa, me deu vontade de mais, né? E atire uma garrafa de suco de abóbora quem não sentiu o mesmo! Ainda mais com as aulas em Hogwarts chegando e tal *-*, ai ai.

Quem leu o texto/viu o vídeo do Thiego deve ser notado a menção do dia 31 desse mês. Esperamos ansiosamente que haja mais alguma notícia dos nossos bruxos! Pena nas mãos, Rita Skeeter! Acho que teremos algo muito interessante por aí…

Mari