Indo para São Paulo

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Uma vez por ano minha escola faz uma viagem para São Paulo, geralmente com o Ensino Médio. Então na sexta, 27 de setembro, passamos o dia lá. Fomos ao Mercadão Municipal, Museu do Futebol e ao musical “O Rei Leão”, da Broadway. Apesar da correria (enorme) que tivemos, tudo valeu a pena, ainda mais com o musical (que, para mim, fechou com chave de ouro). Vou mostrar as fotos e também fazer uma resenha do musical! Vamos lá?

Mercadão Municipal

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Ir pro Mercadão e não comer lanche de mortadela? De jeito nenhum! Tive que dividir, porque o negócio é enoooorme!

Ir pro Mercadão e não comer lanche de mortadela? De jeito nenhum! Tive que dividir com a minha amiga, porque o negócio é enoooorme!

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Olha o tamanho desse morango!

Olha o tamanho desse morango!

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Museu do Futebol (Pacaembu)

Dentro do Museu a gente não podia tirar foto, mas a parte que dava para o Estádio era permitido. Acabei tirando poucas fotos lá por conta disso.

Dentro do Museu a gente não podia tirar foto, mas a parte que dava para o Estádio era permitido. Acabei tirando poucas fotos lá por conta disso.

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(Resenha) O Rei Leão, O Musical

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O Musical aconteceu no Teatro Renault, antigo Teatro Abril. Ficamos no balcão A (lá na parte de cima, de onde eu tirei essa foto). Mais uma vez, não pude tirar fotos lá dentro (só antes do musical começar) então também foram poucas fotos.

Eu estava ansiosa demais, porque sempre gostei muito do desenho da Disney. Fui para lá com uma certeza: eu ia me emocionar muito. Não deu outra: chorei, ri e fiquei de boa aberta a peça toda. A história em si em nem preciso contar, né? Afinal, todo mundo já ouviu falar do Simba e da Nala pelo menos uma vez. O musical não foi nada diferente do desenho da Disney, até mesmo as falas eram iguais ou muito parecidas. Isso não me fez deixar de gostar; aliás, só me fez amar mais a história que tanto gostei na infância!

Uma coisa que me chamou muito a atenção foram os figurinos: lindos, deslumbrantes e muito bem trabalhados. Antes de assistir eu já sabia que as pessoas usavam máscaras e achei que não ia gostar dessa parte. Acabei me surpreendendo, porque ao longo do musical você esquece que no palco estão pessoas e pensa que são os personagens! E, além dos animais, pessoas interpretam as árvores, as estrelas, os vagalumes… É encantador, assim como os efeitos especiais (que são extremamente lindos!) e as músicas. Mesmo assim, algo deixou a desejar: eles trocaram as letras das músicas, então são diferentes daquelas do filme. A orquestra era maravilhosa, mas a parte da letra me deixou decepcionada mesmo. Em inglês as músicas se salvam, como a maravilhosa “Can you feel the love tonight”, do Elton John. Como eu senti falta dessa música lá na hora!

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 “O Rei Leão” é de arrepiar! Me senti criança de novo, me emocionando com a morte de Mufasa e posse de Simba. Eu só teria mudado a parte das músicas, o resto é perfeito! Valeu cada centavo gasto pelo ingresso. Só quem sentou do meu lado pra saber o quanto eu chorei e fiquei de boca aberta feito boba assistindo, sem piscar nenhum segundo!

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Beijos e até a próxima,

Mariana

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(Resenha) Peça Til – José de Alencar

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Ontem fui ao Teatro Celina Lourdes Alves Neves assistir à peça “Til”, baseada na obra de José de Alencar, encenada pelo Grupo Trapiche.

“Til” é um romance do movimento Romantismo, portanto sua linguagem é um tanto pesada para nós, dificultando um pouco o entendimento do texto. Conta a história da menina Berta, a qual tem uma compaixão enorme com todos os moradores da fazenda, até mesmo os que (aos olhos dos outros) não merecem. O título remete ao acento gráfico til, pois um menino com deficiência mental chama Berta por esse nome, já que ela o ensina o alfabeto. A história se desenrola aos poucos, contando a história de vida de cada personagem, que tem a ver com o nascimento de Berta.

Eu já havia lido a obra, então fiquei entusiasmada com a adaptação para os palcos (já que adorei o livro). Fui assistir com certo receio, pois geralmente adaptações tiram partes significativas da obra. Felizmente, o Grupo Trapiche soube encenar muito bem cada acontecimento do livro, abusando do humor, romance, tristeza, rancor… Tudo isso na dose certa!

Grupo Trapiche, peça "Til"

Grupo Trapiche, peça “Til”

Uma das coisas que mais me emocionou foi o cenário. Era constituído de um pano verde no centro e ramos ao redor e atrás desse pano havia uma luz verde. A cada vez que um personagem passava na frente da luz, sua imagem se projetava no pano e engrandecia. Fiquei arrepiada a cada vez que isso aconteceu.

Em questão da sonoplastia, achei um pouco “atrapalhada”. Às vezes a música não começava na hora certa e não achei o repertório agradável. Além disso, o som estava muito alto.

O que tenho a dizer sobra a escolha dos atores: excelente! Todos foram ótimos em seus papéis e, por mais que não fossem iguais aos que eu imaginava no livro, adorei a escolha e acrescentei muito do que aprendi com cada um deles.

Berta (ao fundo)  e Zana (de costas)

Berta (ao fundo) e Zana (de costas)

É uma peça maravilhosa. Entrou para a lista de recomendados!

Beijos e até a próxima,

Mariana Zillo